terça-feira, 16 de junho de 2009

Uma viagem sobre IA (Compilação de esquisitisses)

Nos últimos meses tenho pensado sobre Inteligência Artificial (IA) e em suas aplicações. Tudo começou enquanto assistia aos episódios de "Ghost in the shell", surgiu uma curiosidade tremenda sobre o assunto.
O conceito básico de IA se divide entre a IA fraca e a IA forte. A IA fraca trata-se da resolução de problemas não determinísticos, já a IA forte propõe um computador que seja capaz de raciocinar e resolver problemas e também é classificada como auto-consciente.
Existem várias discussões filosóficas sobre o assunto, muitos delas tratadas em filmes como IA, O homem bicentenário, Eu robô e vários outros, creio que todo mundo já tenha assistido a algum destes filmes.

Há aqueles que pregam que a inteligência precisa de meios biológicos para ser considerada inteligência como a nossa, e outros que pregam o contrário. (Opinião, cada um tema a sua).
Pensando um pouco sobre isto cheguei ao seguinte:

A inteligência/conciência nada mais é do que uma análise lógica que damos a certos fatos com base em nossas experiências e conhecimentos adquiridos ao longo de nossa existência. Podemos, assim, ter visões distintas sobre um mesmo assunto, vista por pessoas diferentes e até mesmo por uma mesma, em tempos distintos, já que a experiência adquirida pode influênciar na lógica com que analisamos/interpretamos um fato. A consciência é a essência do ser é ela que define a sua individualidade, semela seriamos uma casca sem sentido.
A base "biológica" nada mais é do que o meio para a reprodução desta essência, se a reprodução desta essência se der através de outros meios (artificiais), permitindo que os seres se desenvolvam como nós, poderiam então eles nos julgar como máquinas.

Nosso organismo se assemelha muito às maquinas e vice versa. Nosso material genético é o programa responsável por definir a nossa programação, cada célula de nosso corpo carrega parte deste código e se torna um programa que executa funções limitadas e específicas. Estes programa, agrupados, podem dar origem a tecidos mais complexos e que em conjunto poderão formar órgãos, programas mais complexos para desempenhas uma gama maior de funcionalidades e estes por sua vez, formam sistemas mais complexos (respiratório, circulatório, etc.) que em conjunto e integrados formam o ser, fruto desta programação.

Iniciei minha pesquisa sobre algumas linguagens utilizadas em IA e encontrei o LISP uma coisa que achei interessante foi a possibilidade de um programa receber como entrada um outro programa o que o torna muito flexível e com uma infinidade de opções (em teoria pelo menos).

Um assunto muito interessante que anda rondando a minha mente doentia nos últimos meses.